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A CHEGADA DO SEGUNDO FILHO...

 

Como mãe já era realizada, afinal, queria mesmo uma menina e ela veio, linda e boazinha, de parto normal e não me deu aquele trabalhão que esperava e ouvia falar sobre o primeiro filho. Ela dormia bem, não teve cólicas e chorava pouco.

 

Tá... é claro que a vida muda, e muito! Transforma e vira do avesso, o casal tem que se unir ainda mais nessa fase de descobertas, é difícil aprender a fazer e pensar em tantas coisas, que, antes, não existiam.

 

Mas, chegou uma hora em que a minha filha estava sempre querendo a companhia de outra criança, queria alguém pra brincar o tempo todo ou queria ir pra casa de alguma amiga... Aí pensei: “que egoísmo o meu não querer outro filho, ela vai ficar sem irmãos? E no futuro, quando o pai e eu envelhecermos, quem vai ser a família dela?” E resolvemos que sim, queríamos mais um filho! Talvez, o pedido da mais velha foi o ponto principal para essa decisão.

 

Ahhh... se ela soubesse o que passaria no começo, talvez, ela não tivesse feito esse pedido. Ela sentiu... sentiu ciúmes, não foi fácil, chegou a me falar que não queria mais ter um bebê em casa e meu coração doeu, mas passou e, agora, com o irmão de quase 2 anos, ela teve a certeza de que é muito melhor ter seu companheiro do que ser sozinha, ela percebeu que tem ainda mais amor e alegria em casa.

 

Quando engravidei do Nícolas, Lavínia estava completando 3 anos, no começo, ela não se importou muito com a barriga, mas, quando viu surgir um quarto cheio de roupinhas novas, carrinho e outras coisas, ela percebeu que algo realmente mudaria.

 

Ela também ganhou um quarto novo, fizemos um novo projeto com a ajuda dela. O quartinho dela ficou pronto antes mesmo do quarto do irmão.

 

E aí, ele chegou... O filho mais novo! E junto com ele, milhões de dúvidas, será que vou dar conta? Vou conseguir cuidar dos dois? Vou amar o segundo como amo a primeira?

Nícolas veio para alegrar ainda mais a casa e, também, para mostrar o poder que uma mãe tem de multiplicar amor, de se transformar em duas e, claro, dividir o tempo para os dois. As inseguranças da primeira viagem já não existem mais. A gente já tem pistas de como fazer as coisas, já sabe quais são as prioridades, já sabe o que fazer quando eles dormem... A rotina da casa e do casal já está estabelecida e tudo fica mais leve...

 

Com a chegada de um bebê quem mais precisou de atenção foi, sem dúvida, a primogênita Lavínia. Ela precisou muito mais da minha atenção e de todos da família. E sim, me preocupei com ela, me dediquei ainda mais para dar atenção a ela. Eu não sabia que seria assim... mas ela me mostrou suas necessidades e eu me adaptei. Mãe é como camaleão, não é?

 

Mas... não e fácil! Como nós, mães, lidamos com tanta coisa naquele turbilhão de emoções e hormônios em ebulição?

Descobri a mulher forte que existe em mim. Forte como todas as mães! Forte o suficiente para me dedicar ao bebê, porque, claro, ele precisa de mãe, de colo, de aconchego, de banho, de leite, de trocas... Me dedicar ao marido (coitado), descobri que a fase também não é fácil para eles. Mas o papai também se descobriu mais forte, mais pai e mais marido ainda! Para segurar toda onda e apoiar a nossa família. Descobri que sou forte o suficiente para usar todo o tempo que tinha, com sabedoria, para suprir as necessidades e carências de todos eles, dedicando atenção à filha mais velha, ao caçula, ao marido e, claro, forte para conseguir tomar meu banho, engolir alguma coisa e dormir pelo menos um pouco.... kkkkk...

 

Não é bem assim...

 

Ahhh, quer saber, gente? É assim mesmo!

Mas perguntem-me se eu achei ruim..... De jeito nenhum! Não trocaria essa experiência por nada. Se o tempo voltasse, tomaria a decisão de ter o segundo filho e faria tudo de novo como eu fiz. Fiz o que pude e o que consegui e, claro, o que achei que fosse o melhor para todos.

 

Se acertei? Não sei... Se errei? Não sei...

 

Só sei que, hoje, vejo como tudo passou rápido... O sofrimento passou... aquele bebê, aquele cheirinho de bebê na casa, aquele chorinho, aquelas blusas sempre vazadas de leite, aquele marido querendo atenção e aquela filha enciumada passaram...

 

Agora, vem outros desafios, eles adoram brincar juntos, mas, as brigas aparecem. Aviso que não tem só o ciúme da primeira, o segundo também sente ciúme... kkkkkkkkk.... Mas, sinto-me completa vendo os dois juntos. É inexplicável como é bom ver o amor de um pelo outro, é lindo de se ver e sentir. É uma explosão de alegria, gratidão e amor.

 

O segundo filho nasce para uma māe pronta e com o coração ainda maior!

 


 

 

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